Como prometido, vou continuar minha humilde revisão do Encontro de Design e Tecnologia Digital que aconteceu em Florianópolis em 23 de maio. No último post falei sobre as palestras de Frederick van Amstel, do Faber-Ludens, e René de Paula, da Microsoft. Hoje vou falar brevemente sobre as palestras de Paulo Teixeira sobre SEO e de Jonatas Abbott, sobre e-mail marketing.
Assistindo a palestra do Paulo Teixeira no EDTED, me veio uma idéia na cabeça. Na verdade, já era uma idéia que tinha tido durante o planejamento de um outro site, mas agora lembrei de aplicar no meu próprio, e recomendo a todos os outros que tenham um website para seu negócio. A idéia é: criar um glossário dos termos-chave do meu site.
Como declarei anteriormente aqui no blog, eu fui ao 14° EDTED em Florianópolis no dia 23 de maio e vou expressar aqui minhas impressões sobre o evento.
Em primeiro lugar, devo dizer que gostei bastante de ter participado do evento, encontrando lá velhos amigos e trocando idéias com outros profissionais do ramo. A organização do evento também me pareceu bem feita e gostei de várias palestras que assisti.
Meu objetivo inicial em ir ao evento era assistir às palestras do Espaço Design, mas devido ao cronograma do evento, consegui também assistir às palestras dos espaços Tecnologia e Oficinas.
O Evento foi bem sucedido em abordar os aspectos sociais e de mercado que são influenciados pela proliferação das redes sociais na internet. Nesta época em que todos nós usuários de internet parecemos participar de pelo menos uma rede social, esse tipo de discussão se faz muito importante, pois as redes sociais já deixaram há muito de ser meras plataformas de interação social pretensamente desinteressada e são hoje enormes e dinâmicas plataformas de marketing.
Desde que comecei a fazer templates para websites, venho procurando criar dois layouts distintos entre a home page e as páginas secundárias. Faço isso para mudar o “ambiente” em que o usuário se encontra, para que ele possa notar a diferença de contexto entre a apresentação resumida do site que é feita pela home page, e a apresentação de conteúdo único que a página secundária deve fazer.
Às vezes a página secundária do site é uma mera variação da página inicial, principalmente com alterações de proporções, números de colunas, às vezes mudando o tamanho do cabeçalho e das fontes da coluna de conteúdo. Para isso então, adotei a rotina de sempre gerar um arquivo CSS para a página inicial, e então pegar o HTML dela, alterar para formar a secundária, e aà criar um CSS separado para a página secundária.
Basicamente, ambos os HTML utilizavam as mesmas tags e classes, mas seus respectivos CSS variavam. Isso funciona muito bem, não há porque não funcionar. E então continuei projetando os templates desta forma.
Um dia, porém, resolvi fazer meu próprio site – este mesmo – e descobri que os templates padrão do Wordpress, apesar de possuirem diversos diferentes arquivos, um para cada tipo de página (mantendo normalmente o cabeçalho e o rodapé), possuem apenas um arquivo CSS que estiliza todos eles. Foi trabalhando com este arquivo CSS enquanto construÃa meu próprio template, que descobri a vantagem de fazer templates assim. Vou explicar.
Uma vez que o meu blog é uma das principais partes deste site, faz total sentido que a navegação até ele seja facilitada. Por isso, a pedidos, incluà o link para o blog no menu de topo. Anteriormente, era necessário rolar até o rodapé para acessar a raiz do blog, pois só lá havia link.
Aproveitem essa mamata que vos dou!
Também adicionei logo abaixo do menu o passarinho do Twitter. Ele pede gentilmente que quem se interessa pelo que escrevo me siga no Twitter.
Lembro que nos meus tempos de brincar com Front Page (já faz mais de dez anos, nem acredito) eu me divertia fazendo páginas tosquinhas e abusava no uso de fontes de todos os tipos. Na época eu mal sabia como funcionavam diretórios, nem cheguei a imaginar que ninguém, fora eu mesmo, ia conseguir ver aquelas lindas fontes que só eu tinha em meu computador, quando eu publicasse o site na internet.
Quando eu voltei à web, desta vez como profissional, anos depois, já sabia que o uso de fontes na web não é assim um oba-oba. Há diversas soluções e gambiarras criadas para colocar fontes mais interessantes e incomuns em projetos para web (onde o principal problema com certeza são os sites em HTML, Flash é mais fácil de contornar o problema). Destas alternativas todas, que permitem que seu site seja totalmente planejado dentro de um estilo coerente, eu infelizmente só conheço a gambiarra de substituir texto puro por imagens, o que gera uma série de questões de montagem que devem ser consideradas, além de dificultar a edição do site com o passar do tempo. Não só isso, acaba se fazendo necessário determinar ALTs e TITLEs para as imagens com o teor do texto que elas contém, para compensar a falta que faz o texto puro aos leitores para cegos e também à SEO (Search Engine Optimization, processo de otimização de sites para que sejam encontrados mais facilmente em mecanismos de busca).