Quem têm lido meu blog pode ter percebido como defendo os webstandards, os padrões da web. Quem me conhece mesmo sabe como gosto de organizar as coisas, e que, se tivesse tempo e paciência, dividiria tudo que tenho em categorias! Imagine então como fiquei feliz quando ouvi falar de microformats.
Tendo lido sobre eles muito brevemente na Smashing Magazine há mais ou menos um mês, nunca tinha ouvido falar antes, e então visitei o wiki dos microformats para mais informação. O que são então os microformats?
Todo webdesigner sabe a frustração que é trabalhar com tipografia para web. Estamos limitados a um rol mÃnimo de fontes comuns à grande parte dos computadores do mundo, e temos que lidar com elas para uma série de situações diversas. É comum recebermos layouts produzidos em alguma agência externa, por algum designer sem conhecimento técnico de webdesign, e ficarmos então com o abacaxi de usar a tipografia escolhida por esse designer, o que nem sempre é viável de fazer.
Hoje em dia é possÃvel usar em uma boa quantidade de browsers a propriedade @font-face, que permite que o a página carregue um arquivo de fonte e o renderize no browser, sem necessitar que o usuário possua a fonte em seu computador. O problema é que essa é uma propriedade do CSS2 e CSS3, e não está plenamente implementada nos principais navegadores… Por isso já existe por aà uma série de ferramentas de font-replacement, que substituem o texto escrito por alguma imagem ou arquivo em flash.
Em um post anterior, eu falei sobre o sIFR, uma dessas soluções. Hoje vou falar do FontJazz, que descobri via Armando Fontes, do www.designgrafico.art.br.
Como prometido, vou continuar minha humilde revisão do Encontro de Design e Tecnologia Digital que aconteceu em Florianópolis em 23 de maio. No último post falei sobre as palestras de Frederick van Amstel, do Faber-Ludens, e René de Paula, da Microsoft. Hoje vou falar brevemente sobre as palestras de Paulo Teixeira sobre SEO e de Jonatas Abbott, sobre e-mail marketing.
Assistindo a palestra do Paulo Teixeira no EDTED, me veio uma idéia na cabeça. Na verdade, já era uma idéia que tinha tido durante o planejamento de um outro site, mas agora lembrei de aplicar no meu próprio, e recomendo a todos os outros que tenham um website para seu negócio. A idéia é: criar um glossário dos termos-chave do meu site.
Lembro que nos meus tempos de brincar com Front Page (já faz mais de dez anos, nem acredito) eu me divertia fazendo páginas tosquinhas e abusava no uso de fontes de todos os tipos. Na época eu mal sabia como funcionavam diretórios, nem cheguei a imaginar que ninguém, fora eu mesmo, ia conseguir ver aquelas lindas fontes que só eu tinha em meu computador, quando eu publicasse o site na internet.
Quando eu voltei à web, desta vez como profissional, anos depois, já sabia que o uso de fontes na web não é assim um oba-oba. Há diversas soluções e gambiarras criadas para colocar fontes mais interessantes e incomuns em projetos para web (onde o principal problema com certeza são os sites em HTML, Flash é mais fácil de contornar o problema). Destas alternativas todas, que permitem que seu site seja totalmente planejado dentro de um estilo coerente, eu infelizmente só conheço a gambiarra de substituir texto puro por imagens, o que gera uma série de questões de montagem que devem ser consideradas, além de dificultar a edição do site com o passar do tempo. Não só isso, acaba se fazendo necessário determinar ALTs e TITLEs para as imagens com o teor do texto que elas contém, para compensar a falta que faz o texto puro aos leitores para cegos e também à SEO (Search Engine Optimization, processo de otimização de sites para que sejam encontrados mais facilmente em mecanismos de busca).