É com orgulho que venho anunciar que, a partir de hoje, atendo oficialmente pela W2O em Balneário Camboriú e região, cobrindo os municÃpios de Itapema, Camboriú, Itajaà e Navegantes.
Meu número de telefone agora mudou para (47) 9170-4343 (operadora Vivo), e farei o atendimento de venda e suporte de desenvolvimento de sites, sistemas para web e dos produtos W2O: Sigma, Site Contábil e Platavox.
Website para o produto Water Clean – Caixa de Gordura Ecológica.
No fim do mês passado fui surpreendido com uma vaga de professor no IFES (Instituto Cenecista Fayal de Ensino Superior) para lecionar a disciplina de Criação para a Web I, do curso de Publicidade e Propaganda.

Desde a última semana de fevereiro, então, estou lecionando Criação para a Web, desde os conceitos básicos sobre web, passando sobre as possibilidades do marketing e publicidade na web, um básico de HTML e CSS até chegar à criação de um projeto de website.
Achei que teria mais problemas para lecionar, mas até agora, está tudo indo bem! Espero que continue assim!

Quem têm lido meu blog pode ter percebido como defendo os webstandards, os padrões da web. Quem me conhece mesmo sabe como gosto de organizar as coisas, e que, se tivesse tempo e paciência, dividiria tudo que tenho em categorias! Imagine então como fiquei feliz quando ouvi falar de microformats.
Tendo lido sobre eles muito brevemente na Smashing Magazine há mais ou menos um mês, nunca tinha ouvido falar antes, e então visitei o wiki dos microformats para mais informação. O que são então os microformats?
Todo webdesigner sabe a frustração que é trabalhar com tipografia para web. Estamos limitados a um rol mÃnimo de fontes comuns à grande parte dos computadores do mundo, e temos que lidar com elas para uma série de situações diversas. É comum recebermos layouts produzidos em alguma agência externa, por algum designer sem conhecimento técnico de webdesign, e ficarmos então com o abacaxi de usar a tipografia escolhida por esse designer, o que nem sempre é viável de fazer.
Hoje em dia é possÃvel usar em uma boa quantidade de browsers a propriedade @font-face, que permite que o a página carregue um arquivo de fonte e o renderize no browser, sem necessitar que o usuário possua a fonte em seu computador. O problema é que essa é uma propriedade do CSS2 e CSS3, e não está plenamente implementada nos principais navegadores… Por isso já existe por aà uma série de ferramentas de font-replacement, que substituem o texto escrito por alguma imagem ou arquivo em flash.
Em um post anterior, eu falei sobre o sIFR, uma dessas soluções. Hoje vou falar do FontJazz, que descobri via Armando Fontes, do www.designgrafico.art.br.